Allan Dos Santos, Delinquente Digital Do Gabinete Do Ódio, Foge Do Brasil

Por Celeste Silveira
Antropofagista
Compartilhado pó Cantral de Jornalismo

Um dos mais renomados picaretas do bolsonarismo de guerra, Allan dos Santos, uma espécie de Queiroz do mundo digital, tempos atrás, era só soberba. Bastou a justiça dar uma prensa no foiceiro que ele recolheu as armas e desapareceu na calada da noite, quando a fogueira esquentou para o seu lado. E só avisou que deu linha na pipa quando já mantinha uma grande distância do Brasil para começar a gritar, agora não mais de forma “irônica”, mas agressiva.

Um jeca de origem comum no mundo das trevas, Allan dos Santos cria fantasmas, duendes, caipora e mula sem cabeça para se dizer perseguido no país por uma conspiração intergalática. Ou seja, decalca aqueles borralhos da sumidade dos imbecis chamado Olavo de Carvalho.

Agora que o loca está no fundo do poço, não aparece mais assoviando e fazendo molecagens, como fez na CPMI das fake news, refoge como uma coruja ou morcego em algum sovacão ou grota para, inutilmente, tentar surpreender um desavisado que acredita na fala desse marmota que, para variar, teve espaço no twitter em live com a deputada Bia Kicis.

Allan reclama que existem malvados perseguindo ele e Bolsonaro, colocando-se na mesma canoa da presidência da República, quando é tão somente um galopeiro que acaba de cair do barranco e está completamente sem sentidos, esconjurando quem lhe enfiou um freio goela abaixo.

“Se alguma coisa acontecer comigo ou com minha família, só veio dessas pessoas e grupos: a embaixada da China em Brasília, da Coreia do Norte, em Brasília, do [advogado] Kakay, do Partido dos Trabalhadores, do Barroso ou do Alexandre de Moraes”, não tem como vir de outra pessoa”, disse a figura.

Agora, está ele aí em suplício para engolir o rolete de fumo que levou.

Administrador

Fonte Segura: Central de Jornalismo

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