“Na corrida pelas vacinas eu aposto minhas fichas na Rússia”-Fernando Morais

Por Fernando Moraes
Compartilhamento: Central de Jornalismo

Postei aqui notícias a respeito do anúncio da Rússia de que vai iniciar em outubro a vacinação em massa no país contra a pandemia.

Muita gente colocou dúvidas a respeito da capacidade da Rússia de chegar à vacina antes da China, do Reino Unido e dos EUA. Um amigo russólogo me mandou o seguinte bilhete:

“A Rússia herdou da União Soviética o maior centro de pesquisas de guerra biológica do mundo. Eles temiam ataques biológicos desde os anos 1920, ao final da Revolução, e começaram a pesquisar antídotos.
No tempo da Guerra Fria isso cresceu, perdeu um pouco a importância depois do fim da URSS, mas a Rússia não descartou suas pesquisas e cepas biológicas.
Eles têm culturas preservadas até de doenças erradicadas. Ao chegar ao poder, Putin voltou a investir no centro de pesquisas Vector, que hoje é o maior do mundo.
Se há um lugar capaz de descobrir uma vacina rapidamente, é lá, pois esta é a função dos cientistas especializados que trabalham no Instituto Vector.
Como se trata de uma instalação militar, dificilmente irão divulgar dados da pesquisa, mas pela experiência deles, jogo minhas fichas lá.”

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