Em nota, a agência reguladora informou que as propagandas dos produtos veiculadas na internet apresentam indicações terapêuticas, alegações funcionais e de saúde “não aprovadas e enganosas”.
- Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida.
- Anvisa proíbe venda de picolé com melatonina e suplemento de proteína.
- Anvisa proíbe venda de teste de glicemia Accu-Check Active na Amazon.
“Quem faz publicidade enganosa comete infração sanitária e pratica crime previsto no Código de Defesa do Consumidor”, alertou a Anvisa.
O comunicado destaca ainda que a legislação sanitária brasileira proíbe que suplementos alimentares façam alegações como:
- perda de peso (emagrecimento);
- aumento do foco e da concentração;
- aumento da imunidade
- melhora no desempenho sexual;
- melhora de sintomas relacionados à tensão pré-menstrual ou à menopausa;
- tratamento para doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson; para transtorno do espectro autista; para câncer; e para fibromialgia, entre outros.


