Operação investiga crime ambiental em assentamento da reforma agrária

Seis pessoas são presas, quatro delas por porte ilegal de arma de fogo

Operação investiga crime ambiental em assentamento da reforma agrária
Os policiais prenderam seis pessoas, quatro delas por porte ilegal de arma de fogo, e conduziram coercitivamente mais seis. A operação apreendeu espingardas, pistolas e motosserras. O delegado de Tangará da Serra, Nelder Martins Pereira, vai encaminhar o resultado das investigações para o Ministério Público e para o Poder Judiciário. Ele espera que as pessoas presas durante a operação sejam responsabilizadas criminalmente.

“Além dos crimes ambientais e das armas de fogo, nós temos notícia de que essas pessoas estavam fazendo grilagem, ou seja, adquirindo a propriedade rural mediante violência ou grave ameaça”, relatou o policial.

Participaram da operação 105 policiais civis e militares, agentes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Centro Integrado de Operações Aéreas. Segundo a coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, os próprios assentados alertaram o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre a ocupação ilegal de reservas na região. Segundo o MST, a extração ilegal de madeira é feita por um grupo que não pertence ao assentamento Nova Conquista.

Procurado pela reportagem, o Incra ainda não se manifestou sobre a operação. Com informações da Agência Brasil.

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Fonte Segura: Central de Jornalismo

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