H1N1 chega ao DF e Entorno

O Entorno do DF registrou dois casos de gripe H1N1. Luziânia, distante 60km de Brasília, e Valparaíso de Goiás, a 37km, tiveram um caso da doença cada. Anápolis, município a 150 km de Brasília, também registrou uma infecção. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (10/4) pela Secretaria de Saúde de Goiás. Ao todo, 63 pessoas adoeceram no estado vizinho. Dessas, oito morreram.
O secretario de Saúde de Goiás, Leonardo Vilela, considerou o surto de gripe como “anômalo”. “É uma situação que não está acontecendo no resto do país. Goiás é o único estado do país em que a vacinação vai começar no dia 13. Vamos começar em virtude dessa situação anômala”, disse o secretário.

Cinco mulheres e três homens morreram em Goiás vítimas do vírus H1N1. As últimas mortes causadas pela doença foram registradas em 2016, quando 90 pessoas vieram a óbito. No ano passado, o estado não registrou adoecimentos.

Na próxima sexta-feira (13/4), será iniciada a vacinação para trabalhadores da saúde, idosos e pacientes com doenças crônicas. No DF, a vacinação começará em 23 de abril.
Pelo menos 650 mil doses da vacina serão enviadas a Goiás nesta quarta-feira (11/4). Segundo o ministro  da Saúde, Gilberto Occhi, 1,7 milhão de doses serão destinadas a Goiás. A quantidade, diz ele, é o suficiente para imunizar a população goiana. “(Esse total) ainda tem uma margem, para que se possa, efetivamente, vacinar todo o público-alvo”, destaca.
Somente em Goiânia, distante 220km de Brasília, serão vacinadas mais de 190 mil pessoas. Na capital goiana aconteceram metade das mortes pelo vírus. Ao todo, 15 municípios goianos foram afetados pelo surto da  gripe.

Caso no DF

Nesta segunda-feira (9/4), a Secretaria de Saúde confirmou o primeiro caso de H1N1 em 2018. Uma criança de um ano e três meses — que não teve o nome nem o local de residência divulgados — ficou internada três dias e se curou. Esse é o primeiro caso em dois anos. Nenhum morador do DF teve a doença em 2017. Contudo, em 2016, foram registrados 133 casos, com 17 mortes.

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Fonte Segura: Central de Jornalismo

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