Tribunal do crime pretendia julgar e executar duas pessoas em Águas Lindas de Goiás

PMGO descobriu o cativeiro depois que uma das vítimas conseguiu fugir do local.

Policiais Militares do Estado de Goiás lotados na Cidade Santo Antônio do Descoberto foram abordado na noite dessa segunda-feira, 16/04, durante patrulhamento pela cidade, por um homem sem camisa e  totalmente desesperado dizendo que estava sendo mantido em cativeiro sob ameaça de arma de fogo e que seria ouvido hoje por elementos que faziam parte do PCC onde segundo ele os elementos iriam julgá-los e depois seria levado para Águas Lindas onde seria executado.

O homem disse que durante um descuido dos elementos conseguiu fugir do local. Os policiais agiram rápido e comunicaram ao comando de patrulhamento urbano (CPU) que deslocou-se rapidamente ao local e solicitou apoio de mais viaturas. As viaturas logo se deslocaram para o endereço informado pela a vítima e ao ver a chegada da PM um elemento que estava na porta correu para dentro do lote, mas depois de uma breve conversa o elemento acabou se entregando. Outro elemento conseguiu fugir do local, mas depois de um breve patrulhamento os policias conseguiram localizar o outro suspeito.

Suspeito preso durante a abordagem no cativeiro.

 

No local onde funcionava como cativeiro os policiais encontraram máscaras, luvas, um revolver calibre 38 municiado e com restrição de furto na cidade de Águas Claras, além de uma Ford EcoSporte de cor prata que segundo a polícia serviu para levar as vítimas ao cativeiro.

A polícia encontrou ainda uma segunda pessoa que também estava sendo mantida no cativeiro e que seria levada para Águas Lindas para ser executadas;

Segundo as vítimas os elementos se denominam membros do primeiro comando da capital (PCC) onde seu líder maior é o Marcos Willians Herbas Camacho, hoje preso em um presido de segurança máxima.

Os dois suspeitos foram levados para delegacia com o material apreendido e entregues as autoridades policiais competentes, onde ficaram a disposição da justiça.

*Com informações do CMN

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Fonte Segura: Central de Jornalismo

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