Neymar é acusado de planejar assalto contra ativista LGTBI+

Do IG
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Central de Jornalismo
17 de maio de 2021

O suplente de deputado estadual e ativista LGTBI+ Agripino Magalhães ingressou com um processo no Tribunal de Justiça de São Paulo acusando o jogador de futebol Neymar de plenajar um assalto armado contra ele, após iniciar uma série de denúnicas contra o craque por supostas práticas de homofobia. Magalhães também acusa na ação o advogado de Neymar, Davi de Paiva Costa Tangerina, por ameaças de morte. Por meio do advogado Ângelo Carboni, Agripino pede a condenação de Neymar e uma reparação por danos morais de R$ 1 milhão.

Agripino Magalhães alega logo no início do processo que “tem que se esconder por medo das ameaças de morte” que estariam partindo de Neymar e seu advogado. O rapaz diz no proceso, inclusive, que “já foi assaltado a mando deles”, ocasisão em que “tiraram o seu celular com todas as conversas entre ele e o corréu que o ameaçava de morte”. Magalhães diz à Justiça na peça inicial que teme agora pela sua vida, e que vive mudando de endereço com medo de que a ameaça torne-se realidade. O ativista alega também que atualmente não pode ter um emprego fixo com medo de ser encontrado.

A defesa de Agripino Magalhães explica ao juiz no processo que o ativista representa uma entidade de associação LGBTI+ e que requereu junto ao Ministério Público de São Paulo, em nome da Associação, um pedido de apuração e abertura de inquérito em face de Neymar, pelo episódeo envolvendo supostos diálogos homofóbicos do craque com amigos envolvendo o modelo Tiago Ramos, ex-namorado de Nadine Gonçalves, mãe do jogador. Sobre o episódio, Magalhães narra que Neymar passou a vociferar contra Tiago sinalizando que os gays deveriam ser mortos e empalados vivos.

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Fonte Segura: Central de Jornalismo

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