Pode dar água no chopp da privatização da CAESA.

Por Dantas Filho
Central de Jornalismo
08 de setembro de 2021

A transferência para iniciativa privada por meio de concessão por 35 anos, da CAESA (Companhia de Água Esgoto e Saneamento do Amapá) ao GRUPO EQUATORIAL dirigido pelo CEO Miranda, ao que parece vai sofrer pelo menos alguns questionamentos fortes nessa fase de habilitação da empresa, antes de assumir os serviços nos próximos meses.

O que parecia ter sido um sucesso, tem desagrado um grupo de pequenos acionistas e funcionários da estatal ignorados, que jamais foram consultados sobre o projeto de privatização que pretende contratar banca de advogados local especializada em direito empresarial que com a participação de outro grande escritório de São Paulo, irá discutir pontos obscuros do leilão realizado na Bolsa de Valores de São Paulo, dias atrás.

Entre os pontos destacado pelos descontentes com o rumo que privatização tomou, está o fato controverso da subavaliação feita pelo GEA (Governo do estado do Amapá) dando conta de um mínimo valor de 50 milhões de Reais para a entrega da empresa à iniciativa privada, quando a própria arrematante ofertou e ganhou a concessão por 900 Milhões de Reais, cerca de 1700% de agio.

Nesse caso teria havido um conluio para desprestigiar a CAESA afim de afugentar a concorrência, privilegiando a EQUATORIAL que meses atrás já tinha assumido o setor de energia no estado, por ZERO REAIS noutro leilão, sem oferecer nenhum tipo de desconto na cobrança da tarifa pelos próximos anos?

Concessão em 50 milhões de reais valor do trabalhado em 1760 por cento pela própria arrematante que ofereceu e ganhou leilão por 900 milhões + 850 milhões a mais do que dizia que valia os técnicos do governo a outra questão refere-se ao patrimônio da empresa posto de prédios redes de água e outros bens que passaram para Equatorial sem nenhum ônibus nesse caso alegam que a Conceição é uma coisa e o patrimônio da caesa é outro que precisa ser avaliado precificado e não entregue de forma e não entregue da forma como está pretendendo o governador Walter. Waldez Góes um ônibus para o grupo equatorial.

Para finalizar OS acionistas minoritários também vão exigir junto com os funcionários de carreira por meio de seus sindicatos e associações são pelo investimento e garantia de estabilidade de 2 anos do mínimo indenização justa para os funcionários hoje de carreira que de uma hora para outra perder a sua estabilidade obtida em concurso. Nossa equipe procurou representantes da equatorial.

Que também é responsável pelo fornecimento pelas concessões de água esgoto energia por outras concessões no estado administração e porteiro responsável no Maranhão, Tocantins, Alagoas e Rio Grande do Sul, não foi possível até agora obter o posicionamento da empresa a respeito contudo o espaço do da central de jornalismo, continua aberto para manifestação de todos os interessados no assunto.
Outra questão refere-se ao patrimônio físico da estatal construído com dinheiro do contribuinte ao longo de seus quase 50 anos de existência.
Composto de prédios, maquinario, redes de água e outros bens, todo esse acervo vai para as mãos do GRUPO EQUATORIAL sem nenhuma contrapartida.
Lembram que a concessão é um processo já a alienação dos bens da empresa é outro bem distinto, não ficando claro nenhuma razão para sua doação, sem qualquer ônus para o licitante vencedor da concessão em si. Segundo uma fonte ouvida, esse patrimônio deve ser avaliado, precificado e pago ao estado e não entregue da forma como quer o governador WALDEZ GOES, ainda que no edital essa situação tenha sido omitida.

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Fonte Segura: Central de Jornalismo

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