Bolsonaro e Pazuello pagaram R$ 32 milhões em contratos superfaturados na saúde

Parece que os superfaturados não são apenas em vacinas, mas também em outros itens como equipamentos de informática

Por Assessoria Dep. Paulo Pimenta
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Central de Jornalismo
12 denjulho de 202
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Na gestão do general Eduardo Pazuello, o Ministério da Saúde pagou R$ 54,1 milhões a duas empresas com contratos investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por suspeitas de sobrepreço e favorecimento das contratadas.

Topmed Assistência à Saúde LTDA e a Talktelecom Comércio de Equipamentos de Informática e Serviços Empresariais S/A receberam, respectivamente, R$ 32.062.181,67 e R$ 22.037.333,87, segundo dados do Portal da Transparência. No primeiro contrato, o valor foi pago mesmo após fiscais do Ministério da Saúde reprovarem nota fiscal.

No segundo, a pasta chegou a adiantar pagamento de R$ 4,1 milhões, apesar de a Advocacia-Geral da União (AGU) indicar a possibilidade de rejeitar o serviço devido às suspeitas de irregularidades.

Servidores do ministério denunciaram que foram pressionados pelo alto escalão da pasta para autorizar os pagamentos, em um modus operandi parecido (e até mesmo mais avançado, uma vez que as transferências foram realizadas) à negociação da vacina indiana Covaxin. Eles pediram para não serem identificados por medo de represálias.

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